sexta-feira, 10 de maio de 2019

Coletânea de Poesias- sobre MÃE

Mãe !

Coletânea de Poesias 
em Homenagem às Mães
           ------------
  I
O valor que a Mãe tem

Senhor, Deus do Universo
Deste à vida o verso
Deste o verso, a mim, também
Para mostrar ao mundo
O valor que a Mãe tem

Até Jesus, o Salvador
Teu filho amado, Senhor
Foi gerado pela Mãe
Para mostrar o valor
E o exemplo de Belém

Nem todos devotam amor
Do preito que são devedores
Disperso o pendor na idade
Filhos esquecem da Mãe
Cometendo iniquidade 

Afastam-se como apogeu
Daquela que o protegeu
Não lembram quando criança
Os desvelos que lhe deu
Dimensão de desesperança

Outros com serenidade
Amam a Mãe de verdade
São filhos probos, corretos
Trazem Deus no coração
Filhos do Grande Arquiteto.


São Paulo, 04/05/2011
Armando A. C. Garcia

  II

ÀQUELA QUE VAI SER MÃE ! ...

I
Vai ser mãe não tem receio
A espera é um anseio
É esperança, é alegria
De fecundar sua cria
II
O amor em si, canta e vibra
Ela é força que equilibra
Aurora cheia de brilho
É mulher. Espera um filho
III
Ao seu filho tão amado
Sempre estará a seu lado
Cuidando e dando carinho
Tal como a ave em seu ninho
IV
Será amável dedicada
Alma em sonhos perfumada
Da rosa pétala flor
Magia dum amor maior
V
Como rocha, firme e forte
Enfrentas até a morte
Pela primorosa flor
Fruto de um grande amor!
VI
Vais ser mãe. Bendita sejas
E em minha prece singela
Peço a Deus p’ra que não sejas
A mãe de outra Isabella !


São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia

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  III
EXALTAÇÃO À MÃE MARIA


Como poeta, peço a Deus inspiração
Para puder falar sobre a mãe de Jesus
Maria, a única virgem que deu à luz
E seu filho trouxe ao mundo a redenção

Mostrou na grandeza de sua humildade
O sofrimento atroz, cruel e desumano
Quão perversa foi, e é a humanidade
Pregando na cruz, seu filho *messiano

Não professo os princípios da Santa Sé
Mas tenho que admitir que a Mãe Maria
É Mãe de todos, e até de quem não crê.

Descrente de religiões e fantasias
Os louvores que hoje vos rendo, Mãe Maria
São a prece pelos meus últimos dias.

* messiânico
São Paulo, 01/05/2008
Armando A. C. Garcia

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        IV 
M ã e I 


Ama-a, cheia de defeitos ou de bondade 
Ama-a tal qual é, porque ela é tua mãe 
Não lhe meças os erros se é que ela os tem 
Tampouco a enobreças se for cheia de bondade. 

Ama-a, porque ela deu um pouco de si mesma 
E dessa dádiva, brotou um rebento. És tu! 
Que ela, jamais, deixou secar enquanto que tu... 
Tornas-te indigno de ser filho dela mesma. 

Ama-a, como um filho deve amar sem preconceitos 
Porque o amor de uma mãe não pode ser ultrajado 
E aquele que o fizer, será eternamente condenado. 
Será um réprobo, um monstro, sem mais direitos. 

Cobre de beijos, sua pele já sulcada de rugas 
E em cada fio de cabelo argenteado 
Deposita um beijo e perdoa seu pecado 
Assim como ela em criança perdoava tuas fugas. 

Mas se assim não for, redobra então teus carinhos 
Para que um dia, quando morrer, leve na lembrança, 
A certeza de que na terra deixou uma esperança!... 
A quem mais tarde, será a luz de seus caminhos. 

São Paulo, 04/04/1964 
Armando A. C. Garcia 
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                 V
Mãe 

A palavra pequenina 
Que maior carinho tem 
É a palavra Divina 
Que tem a expressão de Mãe ! 

Mãe é palavra sagrada 
Cheia de amor e amizade 
Mãe... é a expressão mais amada 
Sinônimo de Felicidade. 

21/04/2004 
Armando A. C. Garcia 
 ------------
     VI
Mãe III 

Presta a justa homenagem 
À mãe, rainha do lar 
Que reflita sua imagem 
Como santa no altar 

Lembra-te dos seus carinhos 
E dos desvelos sem fim 
Orientando teus caminhos 
Qual lâmpada de Aladim ! 

E nesta data festiva 
Enche de paz e alegria 
E leva a tua rogativa 
Aos pés da virgem Maria 

Só em ter-te concebido 
Carregando-te no ventre 
Deves ser agradecido 
E louvá-la eternamente 

04/05/2004 
Armando A. C. Garcia 
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 VII

MÃE (IV)
I
Carinhos quantos me deste
Ó minha mãe tão querida
Mil afagos, tu soubeste
Colocar em minha vida
II
Velaste noites a fio
Quase sempre, sem dormir
Quer no calor, quer no frio.
- De dia, alegre a sorrir
III
Em teu regaço ó mãe
Aprendi sempre o melhor
Ensinaste-me, também
Quem foi do mundo o Feitor !
IV
Bendita seja a mãe
Que na palavra interpela
Fazendo do filho alguém
Na expressão lúcida e bela
V
Com o tempo fui crescendo
- Sempre tu a orientar-me
E em teus conselhos, aprendo
A do mal, sempre afastar-me
VI
Em minha alma gravaste
Princípios de honestidade
E quantas noites passaste
Velando minha mocidade
VII
Eu, fui crescendo na vida
Tu, prateando os cabelos
Ias ficando envelhecida
Mantendo os mesmos desvelos
VIII
Oh! Se eu pudesse voltar
Aos tempos de minha infância
Teu rosto iria beijar
Com ternura e *jactância
IX
O tempo nada perdoa
Consome até a esperança
- Mas deixa uma coisa boa
Que é, a eterna lembrança !

* orgulho - altivez

São Paulo, 26/04/2008
Armando A. C. Garcia
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      VIII


Nasci sem ter ninguém ! 


Quisera ter uma mãe 
Como todo mundo tem 
A minha partiu pro além !... 
Eu... nasci sem ter ninguém. 

Não conheci seu carinho 
Deus, não me deu a ventura 
Que seus dedos de mansinho 
Tocassem minha figura 

Fui semente pequenina 
Tirada da terra boa 
Esta aflição me domina 
Mas do alto me abençoa 

Na morte serena e pura 
Deu sua vida na minha 
Hoje, no alto fulgura 
Com o brilho de rainha 

Só quem o amor sente 
Vê que o orfão foi privado 
Da mão bela e reluzente 
Do amor mais delicado 

Por que somos desiguais 
Na alegria e na tristeza 
A uns, tudo a vida oferece 
E a outros, só desmerece. 

São Paulo 05/05/2004 
Armando A. C. Garcia
-------------- 
     IX


ÀS MÃES, QUE DEUS JÁ LÁ TEM ! 

Às mães, que Deus já lá tem 
Que glorificadas sejam 
Amor de todos amores. Mãe 


Oh! Quanta falta tu fazes 
Aos meus anseios de vida 
Sem teus conselhos querida 
Meus desejos incapazes 

De trilhar todo caminho 
Só temores atormentando. 
A casa, não é mais ninho 
Como o foi, no teu passado...[ 

Ò se pudesses voltar 
Ao convívio novamente, 
Como iria te amar 
Numa ternura envolvente 

Mas se assim não pode ser 
Eu sei que o Criador 
Do Universo, se quiser 
Com seu Dom inspirador 

Pode levar até ti 
Amostra do meu amor 
Para saberes que senti 
Com tua falta, grande dor! 

São Paulo, 28/04/2005 
Armando A. C. Garcia 

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quarta-feira, 21 de novembro de 2018


Senhor,          
Eis-me aqui novamente neste Natal.              

Feliz Natal 2018
      
                                                 









Com votos de BOAS FESTAS

Em cada lar e em cada coração
Transborde o espírito Natalino
E a paz de Jesus, o Deus-menino
Se expanda repleta de emoção,
                                                                                               
E faça sentir amor, ao que não sente
Dê a esperança ao desventurado
Consolação pra que seja abençoado
De alegria e exultação o descontente.

Faz tu, de tuas mãos a ferramenta
Não negues a dádiva, nem o carinho
Porque elas serão a luz de teu caminho
O esplendor que redime e acalenta

É a luz que resplandece lá dos céus.
Mitiga a fome daquele que é desvalido
Dá ternura e amor ao decaído
Muito mais quer que tu faças – nosso Deus

Leva um pouco de ventura e caridade
Aos lares que padecem sem comida
Enxuga-lhes o pranto e dá guarida
Suaviza-os com o advento da felicidade

Na doce migalha por ti derramada
Verás surgir em ti outra figura
Jesus, ungirá teus dias de amargura
E a mão Divina, em ti será projetada!

    Feliz Natal – 2018    e                              
    Alvissareiros sucessos de                            
    Próspero Ano Novo – 2019                                            

     São Paulo, 14/08/2018 (data da criação)                        
    Armando A. C. Garcia 


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quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Com seu gato siamês

Com seu gato siamês

A sombra duma sombrinha,
Cobria de sombra a Aninha,
O vento aquela dobrou
E a Aninha; chorou, chorou

Mas eis que o tio da Aninha
Desdobrou-lhe a sombrinha
E a brincar ela voltou
Ao sol que tanto adorou

E à sombra da sombrinha
Brincava feliz a Aninha
Com sua gata maltês
E seu gato siamês.
-Felizes ficaram os três !

São Paulo 14/02/2018 (data da criação)           
Armando A. C. Garcia

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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Criança !

Criança !   (Infantil)


Desperta linda criança
Tens o mundo à tua frente
Tu és a eterna esperança
De fazê-lo diferente

Estuda com zelo e afeição
Aprimora teus labores
E com Deus no coração
Teus feitos serão melhores

- Desperta linda criança
O mundo precisa de ti
Tu não vês, que torto avança
- Como perdido de si

Sê a esperança, o timoneiro
O guia de confiança
Não sejas o derradeiro
Na caminhada que avança

Criança!
O mundo depende de ti
Só com fé, amor, esperança
Estudo e perseverança
Poderás dizer, estou aqui!

Criança desperta, afinal
O mundo foi feito p’ra ti
De pedra bruta ou cristal,
Tu és, a flor que sorri !

São Paulo, 11/07/2007 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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sábado, 12 de agosto de 2017

SER PAI


SER PAI 



É uma solene missão
Árdua, tarefa dura
Que Deus dá à criatura
Num rosário de paixão

É uma fonte de esperança
Que consola o coração
Como se fora uma benção
Uma bem-aventurança

É a argila que se molda
Nem sempre a nosso prazer.
Pois querer. Não é puder,
Nem sempre o barro se amolda !

Ser pai é fé que sublima
Altar de luz e tormenta
É paixão que impacienta
É um sonho que arrima.

É esperança que consola
É um sol que irradia
A estrada áspera e fria
E faz do ninho uma escola.

Não vê maldade em quem ama
Tem amor sempre de sobra...
Pelo filho se desdobra
Se preciso, pisa a lama. 

 
É um clarão de alegria...
A nova estrada do mundo
É o amor mais profundo
Estrela... que o filho guia.

São Paulo, 06/08/2004 
(data da criação)

Armando A. C. Garcia



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