sábado, 12 de agosto de 2017

SER PAI


SER PAI 



É uma solene missão
Árdua, tarefa dura
Que Deus dá à criatura
Num rosário de paixão

É uma fonte de esperança
Que consola o coração
Como se fora uma benção
Uma bem-aventurança

É a argila que se molda
Nem sempre a nosso prazer.
Pois querer. Não é puder,
Nem sempre o barro se amolda !

Ser pai é fé que sublima
Altar de luz e tormenta
É paixão que impacienta
É um sonho que arrima.

É esperança que consola
É um sol que irradia
A estrada áspera e fria
E faz do ninho uma escola.

Não vê maldade em quem ama
Tem amor sempre de sobra...
Pelo filho se desdobra
Se preciso, pisa a lama. 

 
É um clarão de alegria...
A nova estrada do mundo
É o amor mais profundo
Estrela... que o filho guia.

São Paulo, 06/08/2004 
(data da criação)

Armando A. C. Garcia



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segunda-feira, 17 de abril de 2017

Castelo encantado (Infantil)

Castelo encantado (Infantil)

Naquele castelo encantado
Morava uma linda princesa
Um súdito era encarregado
De proceder toda limpeza

Certo dia caminhando,
Moço nobre ali passou
E meio desconfiado
Ao súdito, ele indagou:

Se alguém ali morava,
No castelo tão bonito,
E quem tão bem o cuidava.
Mediante o elogio inaudito,

Ele contou ao forasteiro
Que uma princesa encantada
Foi vítima dum cavaleiro
Que tentava desposá-la,

Por não ser correspondido
Encanto mandou fazer;
Pra só voltar ao sentido
Se um cavaleiro a quiser,

O moço sem mais rodeios
Prontificou-se ir ao castelo.
Tirou do cavalo os arreios,
Viu na princesa, um modelo,

Ficou deveras encantado
Ao ver pessoa tão bela
E meio desajeitado
Deu um beijo no rosto dela

E, no seu beijo quebrou
Todo aquele encantamento,
Ele, a ela amor jurou,
Foi um fausto casamento !

São Paulo 17/04/2017 (data da criação)        
Armando A. C. Garcia

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domingo, 2 de abril de 2017

O Cara chata (jnfantil)

O Cara chata (jnfantil)


Cara chata era o nome do boi selvagem
Que vivia na pradaria e escalava os montes
Tudo com uma facilidade incrível
Mas era infeliz, por falta duma companheira

Pensava em mudar-se pra outras plagas
Mas pensava que ali tinha pasto e água
E em outro lugar, como dizem as lendárias sagas
Poderia não as encontrar e ficar seco igual tábua.

Mas, um certo dia, ao passar duma boiada
Novilha desgarrada, naquele prado ficou
O cara chata, fez dela sua namorada

Reproduzindo-se, fizeram uma manada
E o isolamento, para sempre acabou
Reinando a paz e amor em toda boiada !

São Paulo, 02/04/ 2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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sábado, 1 de abril de 2017

A Busca do Tesouro ! (infantil)

A Busca do Tesouro ! (infantil)


Diziam que naquela ilha
Havia tesouro enterrado
Por isso pai, filho e filha
Foram buscar o almejado.

Viajaram mar sem fim,
A ilha não encontravam,
Até que um dia, por fim
Uma ilhota avistavam !

Mesmo sem mapa, sem rumo
Na ilha se aventuraram
A procurar; em resumo,
De procurar se cansaram ...

Não achando o tal tesouro,
O mar de novo enfrentaram.
Aí viram que valia ouro
As terras que não plantaram,

A aventura da viagem
Fez os três reconhecerem,
Que lhes faltava coragem
Pra suas terras cultivarem

Virão então que o tesouro
Estava em suas próprias mãos
Pois quem planta tem ouro
Nos grãos que advirão !

Conclusão, moral da história
O trabalho é um tesouro,
Sargaços escondem pérolas
E são eles que valem ouro !

São Paulo, 01/04/ 2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quinta-feira, 16 de março de 2017

Era uma vez uma princesa

Era uma vez uma princesa


Era uma vez uma princesa
Qu’morava num lindo castelo
Um lugar alegre, farta mesa
Desconhecia fome e flagelo.

Certo dia passeando no jardim,
Viu uma menina toda andrajosa,
Então a princesa lhe disse assim:
De roupas novas, ficarias formosa,

A menina disse à princesa
Esta é minha única roupa
Sinto-me até indefesa
Mas nós do povo, só poupa,

A princesa condoída
Chamou-a até seu quarto
Disse à menina em seguida
Podes escolher, que eu aparto,

As roupas que te aprouver
Porquanto as tenho às centenas
E posso ter, quantas quiser
- Enquanto tu, tens essa apenas !

São Paulo, 16/03/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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quinta-feira, 26 de janeiro de 2017

Tempos de criança (infanto-juvenil)

Tempos de criança  (infanto-juvenil)


Oh! que saudade , meu Deus,
Dos meus tempos de criança.
Na minha infância, prós meus
Eu, era eterna esperança.

Os tempos foram passando
A mocidade, também
Eu deixei de ser criança,
Pra da vida, ser refém !

Ao despontar nesta vida
O mundo parecia meu,
E ao despertar, em seguida
Não vi, um só lugar meu.

Como é ingênuo pensar !
Com céu limpo e de luar,
Melhor sorte é aceitar
As ilusões, e acalmar.

Desfruta a alma doçura
O indivíduo paixão
Se para vida é tortura,
Para a mente, é desilusão.

A terra é fonte da vida
Dá-nos tantos alimentos
O homem em contrapartida
Joga cinza nos elementos,

Sem os saber conservar
O tempo que vem dirá...
- Até a altura o mar,
Ninguém sabe como será!

São Paulo 23/01/2017 (data da criação)        
Armando A. C. Garcia

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domingo, 22 de janeiro de 2017

As borboletas (infantil)



As borboletas (Infantil)

Title: ButterflyTitle: ButterflyTitle: ButterflyTitle: Butterfly




Elas são muito bonitas
Suas cores são variadas
Umas com asas azuis,
Outras brancas, ou transparentes

As pretas e encarnadas
Algumas muito enfeitadas,
Tem de todo jeito e cor
Suas asas são esplendor,

Duma natureza em festa
No jardim é sedutor,
Vê-las voar na floresta
É um cumprimento de amor

São leves como uma pluma
E não pesam quase nada
São milhares, se pegares uma
Deixa voar a coitada !

São Paulo, 22/01/2017 (data da criação)
Armando A. C. Garcia

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